IRB Prime Care | Especialidades

Fonoaudiologia

Quando procurar um fonoaudiólogo?

Crianças que apresentam atraso na fala, dificuldade para formar frases, trocas persistentes de sons, gagueira ou dificuldades de comunicação podem se beneficiar de uma avaliação fonoaudiológica.

Adultos que apresentam rouquidão persistente, dificuldade para engolir ou mudanças na comunicação também podem procurar atendimento. Pessoas que sofreram AVC ou possuem condições neurológicas podem necessitar de reabilitação específica.

Engasgos frequentes durante as refeições, perda de habilidades de fala ou linguagem e alterações repentinas da comunicação também precisam ser avaliados. Quando essas mudanças surgem subitamente acompanhadas de outros sinais neurológicos, é necessário procurar atendimento de urgência.

A identificação adequada da dificuldade permite definir se existe necessidade de acompanhamento e quais estratégias podem favorecer uma comunicação mais funcional e segura.

Na IRB Prime Care, você encontra atendimento em Fonoaudiologia para avaliação e acompanhamento da fala, linguagem, voz, comunicação e deglutição em diferentes fases da vida.

Cuidado com a comunicação, a fala, a voz e a deglutição em todas as fases da vida

A Fonoaudiologia é a área responsável pela prevenção, avaliação e acompanhamento de alterações relacionadas à comunicação humana. Sua atuação envolve funções como fala, linguagem, voz, audição e deglutição, que são importantes desde o desenvolvimento infantil até a vida adulta e o envelhecimento.

Dificuldade para falar determinados sons, atraso no desenvolvimento da linguagem, alterações da voz, gagueira, dificuldade para engolir e mudanças na comunicação após condições neurológicas estão entre as situações que podem levar uma pessoa ao fonoaudiólogo.

Na infância, o acompanhamento pode ser importante quando a criança apresenta dificuldades para desenvolver a fala e a linguagem esperadas para sua fase de desenvolvimento. Em adultos e idosos, a Fonoaudiologia também participa da avaliação e reabilitação de alterações adquiridas ao longo da vida.

Na IRB Prime Care, a avaliação fonoaudiológica busca compreender quais funções estão alteradas e como elas interferem na comunicação, alimentação, desenvolvimento e qualidade de vida do paciente. A partir dessa avaliação, é definido um plano terapêutico individualizado.

Consulta em fonoaudiologia

A avaliação fonoaudiológica começa com uma conversa sobre o motivo da consulta e o histórico do paciente. Dependendo da idade e da queixa, são investigados desenvolvimento da fala e linguagem, alimentação, audição, escolarização, condições neurológicas, cirurgias anteriores e outros fatores que possam estar relacionados.

No caso das crianças, informações fornecidas pelos responsáveis são especialmente importantes. O profissional procura compreender quando surgiram as primeiras palavras, como a criança se comunica, se consegue compreender orientações, como interage com outras pessoas e se existem dificuldades percebidas na escola ou em outros ambientes.

Depois dessa etapa, o fonoaudiólogo realiza avaliações específicas de acordo com a queixa. Fala, compreensão, expressão da linguagem, voz, fluência, mastigação e deglutição podem ser analisadas utilizando atividades e instrumentos adequados à idade e às necessidades do paciente.

Com os resultados, é possível identificar quais habilidades precisam ser trabalhadas e definir a necessidade e a frequência do acompanhamento. Em algumas situações, também pode ser indicada avaliação conjunta com outras áreas, como Neurologia, Neuropediatria, Otorrinolaringologia, Psicologia ou Odontologia.

Atraso no Desenvolvimento da Fala e da Linguagem

O desenvolvimento da comunicação acontece progressivamente durante a infância. Antes mesmo das primeiras palavras, a criança começa a desenvolver habilidades importantes, como olhar, gestos, compreensão, imitação de sons e intenção de se comunicar. Com o crescimento, o vocabulário e a capacidade de formar frases vão se ampliando.

Quando essas habilidades não aparecem conforme o esperado ou evoluem de maneira mais lenta, pode existir um atraso no desenvolvimento da fala ou da linguagem. Algumas crianças falam poucas palavras, apresentam dificuldade para formar frases ou utilizam gestos com maior frequência porque ainda não conseguem expressar verbalmente aquilo que desejam.

Existem diferentes fatores que podem estar relacionados a essas dificuldades. Alterações auditivas, condições do neurodesenvolvimento, dificuldades específicas de linguagem e outros fatores precisam ser considerados. Por isso, apenas esperar que a criança “fale no tempo dela” nem sempre é a melhor estratégia quando existem sinais de atraso.

A avaliação fonoaudiológica permite compreender quais habilidades estão presentes e quais precisam ser estimuladas. Quando existe indicação de terapia, o acompanhamento utiliza atividades adequadas à idade para favorecer comunicação, compreensão e desenvolvimento da linguagem, com participação e orientação da família ao longo do processo.

Trocas de Sons e Dificuldades na Fala

Durante o desenvolvimento da fala, é esperado que a criança ainda apresente algumas trocas ou simplificações de sons. Conforme cresce, entretanto, a pronúncia tende a se tornar mais clara e os diferentes sons da língua são adquiridos progressivamente.

Quando determinadas trocas permanecem além do período esperado ou a fala é difícil de compreender, uma avaliação pode ajudar a identificar o que está acontecendo. Algumas crianças omitem sons, substituem uma letra por outra ou apresentam dificuldade para realizar movimentos necessários à produção de determinados fonemas.

O fonoaudiólogo avalia quais sons a criança consegue produzir, quais são substituídos ou omitidos e se existe um padrão nas alterações. Aspectos relacionados à musculatura e aos movimentos de lábios, língua e outras estruturas envolvidas na fala também podem ser observados quando necessário.

A terapia é direcionada às dificuldades identificadas. Por meio de exercícios e atividades, o paciente desenvolve percepção e produção dos sons e aprende gradualmente a utilizá-los na fala espontânea, buscando uma comunicação cada vez mais clara.

Gagueira e Alterações da Fluência

A fluência está relacionada ao ritmo e à continuidade da fala. Todas as pessoas podem apresentar hesitações em alguns momentos, mas determinadas repetições, prolongamentos ou bloqueios podem caracterizar uma alteração da fluência e merecer avaliação.

Na gagueira, podem ocorrer repetição de sons ou sílabas, prolongamento de determinados sons e momentos em que a pessoa sabe o que deseja dizer, mas encontra dificuldade para iniciar ou continuar a palavra. Tensão muscular e comportamentos associados ao esforço para falar também podem aparecer.

Na infância, existem períodos em que algumas disfluências podem surgir durante o desenvolvimento da linguagem. Entretanto, duração, frequência, tipo das interrupções, histórico familiar e reação da criança diante da própria fala são informações importantes para determinar a necessidade de acompanhamento.

A terapia fonoaudiológica busca favorecer uma comunicação mais confortável e funcional. Além das características da fala, o impacto da gagueira na vida social, escolar, profissional e emocional do paciente também precisa ser considerado durante o acompanhamento.

Alterações da Voz e Rouquidão

A voz é produzida a partir da interação entre respiração, vibração das pregas vocais e estruturas responsáveis pela ressonância e articulação. Alterações em qualquer uma dessas etapas podem modificar qualidade, intensidade ou resistência vocal.

Rouquidão, voz fraca, falhas durante a fala, esforço para falar, cansaço vocal e necessidade frequente de limpar a garganta são alguns sintomas que podem aparecer. Pessoas que utilizam intensamente a voz no trabalho, como professores, cantores, vendedores e profissionais de atendimento, podem perceber maior impacto dessas alterações.

Antes de iniciar determinados tratamentos fonoaudiológicos, pode ser necessária avaliação médica das estruturas responsáveis pela produção da voz, principalmente quando a rouquidão persiste. Alterações como nódulos, pólipos, inflamações e outras condições precisam ser identificadas adequadamente.

Na terapia vocal, o fonoaudiólogo trabalha aspectos como respiração, coordenação da fala, uso adequado da voz e redução de comportamentos que provocam sobrecarga. O objetivo é melhorar a eficiência vocal e diminuir esforço e desconforto durante a comunicação.

Disfagia – Dificuldade para Engolir

A disfagia é uma alteração da deglutição que pode dificultar a passagem segura de alimentos, líquidos ou saliva da boca até o estômago. Pode acontecer em diferentes idades, mas é especialmente relevante em pessoas com doenças neurológicas, alterações estruturais ou determinadas condições relacionadas ao envelhecimento.

Tosse ou engasgos durante as refeições, sensação de alimento parado na garganta, dificuldade para mastigar, mudança da voz depois de engolir e refeições muito demoradas podem ser sinais de alteração. Em alguns casos, o paciente também pode reduzir a quantidade de alimentos consumidos por medo ou dificuldade para engolir.

A avaliação fonoaudiológica analisa as diferentes etapas envolvidas na alimentação e na deglutição. Dependendo da situação, exames específicos podem ser necessários para observar como alimentos e líquidos percorrem as estruturas responsáveis por essa função.

O tratamento busca tornar a alimentação mais segura e eficiente. Exercícios, ajustes de postura, estratégias durante as refeições e adaptações da consistência dos alimentos podem ser utilizados quando indicados. A conduta depende do tipo e da gravidade da alteração identificada.

Fonoaudiologia após AVC

O acidente vascular cerebral, conhecido como AVC, pode afetar áreas do cérebro responsáveis pela comunicação, fala e deglutição. As alterações apresentadas dependem da região cerebral atingida e da extensão da lesão.

Algumas pessoas passam a ter dificuldade para encontrar palavras, formar frases, compreender aquilo que escutam ou expressar suas ideias. Outras podem apresentar fala menos clara devido a alterações no controle dos músculos utilizados para produzir os sons.

A deglutição também pode ser comprometida após um AVC. Quando isso acontece, a avaliação é importante para verificar se o paciente consegue ingerir alimentos e líquidos com segurança e determinar quais estratégias são necessárias.

A reabilitação fonoaudiológica é planejada de acordo com as funções afetadas e com as possibilidades de recuperação de cada paciente. O objetivo é estimular habilidades preservadas, trabalhar aquelas que foram comprometidas e desenvolver estratégias que favoreçam comunicação, alimentação e maior autonomia.

Afasia

A afasia é uma alteração adquirida da linguagem provocada por uma lesão em áreas do cérebro responsáveis pela comunicação. O AVC é uma das causas mais frequentes, mas traumatismos cranianos, tumores e outras doenças neurológicas também podem estar envolvidos.

Dependendo da região afetada, a pessoa pode apresentar dificuldade para falar, encontrar palavras, formar frases, compreender conversas, ler ou escrever. A inteligência não necessariamente está comprometida, mas a capacidade de utilizar ou compreender a linguagem pode estar alterada.

Durante a avaliação, o fonoaudiólogo investiga diferentes componentes da comunicação para identificar quais habilidades foram afetadas e quais permanecem preservadas. Essas informações são utilizadas para estabelecer os objetivos da reabilitação.

O tratamento procura estimular a recuperação das habilidades de linguagem e desenvolver alternativas para facilitar a comunicação no cotidiano. A participação da família também pode ser importante para aprender maneiras de tornar as conversas mais acessíveis e reduzir dificuldades de comunicação.

Alterações da Fala em Condições Neurológicas

Doenças neurológicas podem interferir no controle dos músculos responsáveis pela fala. Condições como doença de Parkinson, esclerose múltipla e outras alterações do sistema nervoso podem modificar intensidade da voz, articulação, velocidade e clareza da comunicação.

Na doença de Parkinson, por exemplo, algumas pessoas passam a falar com volume mais baixo, apresentar articulação menos precisa ou acelerar determinadas partes da fala. Essas mudanças podem tornar a comunicação mais difícil principalmente em ambientes com ruído.

O fonoaudiólogo avalia respiração, voz, articulação e ritmo para compreender quais aspectos estão comprometidos. A deglutição também pode ser investigada quando existem sintomas relacionados à alimentação.

O acompanhamento utiliza exercícios e estratégias específicas para preservar ou melhorar a comunicação e a segurança alimentar. Como algumas doenças são progressivas, a terapia também pode ajudar a desenvolver recursos que mantenham a autonomia do paciente pelo maior tempo possível.

Motricidade Orofacial

A motricidade orofacial é a área da Fonoaudiologia que avalia e trabalha funções realizadas pelos músculos e estruturas da face e da boca, incluindo respiração, mastigação, deglutição e fala.

Alterações na posição ou nos movimentos da língua, lábios e mandíbula podem interferir nessas funções. Hábitos orais prolongados, alterações respiratórias e determinadas condições odontológicas ou estruturais também podem estar relacionadas.

Durante a avaliação, o fonoaudiólogo observa postura, força, mobilidade e coordenação das estruturas orofaciais, além de analisar como o paciente mastiga, engole e realiza determinados movimentos.

O tratamento é definido conforme as alterações encontradas e pode ser realizado em conjunto com Odontologia, Ortodontia, Otorrinolaringologia e outras especialidades quando necessário. O objetivo é favorecer funções orais mais adequadas e equilibradas.

Respiração Oral

A respiração oral acontece quando a pessoa utiliza predominantemente a boca para respirar em vez do nariz. Ela pode estar relacionada a obstruções nasais, alterações das vias respiratórias ou hábitos que permanecem mesmo depois que a causa inicial foi tratada.

Em crianças, a respiração oral persistente pode estar associada a sono agitado, boca frequentemente aberta, alterações de mastigação e mudanças no funcionamento das estruturas da face. Por isso, é importante investigar a causa e não apenas tentar corrigir o hábito.

O acompanhamento geralmente envolve uma avaliação integrada. Otorrinolaringologia pode investigar possíveis obstruções das vias aéreas, enquanto Odontologia e Fonoaudiologia avaliam possíveis repercussões nas estruturas e funções orais.

Depois que as condições necessárias para uma respiração nasal adequada estão presentes, a terapia fonoaudiológica pode trabalhar postura de lábios e língua, padrão respiratório e outras funções que tenham sido modificadas.

Fonoaudiologia Infantil

Acompanhamento do desenvolvimento da comunicação

Os primeiros anos de vida são um período importante para o desenvolvimento da comunicação. A criança passa progressivamente de gestos e vocalizações para palavras, frases e formas cada vez mais complexas de expressar suas necessidades e ideias.

Existem diferenças individuais nesse desenvolvimento, mas alguns sinais podem indicar necessidade de avaliação. Pouca intenção de se comunicar, ausência ou quantidade reduzida de palavras para a fase de desenvolvimento, dificuldade importante para compreender orientações ou perda de habilidades já adquiridas merecem atenção.

A avaliação precoce não significa necessariamente que exista um transtorno. Seu objetivo é compreender como a criança está se desenvolvendo e identificar se existe alguma área que precisa ser acompanhada ou estimulada.

Quando há necessidade de terapia, brincadeiras e atividades adequadas à idade são utilizadas para trabalhar comunicação e linguagem. A orientação aos responsáveis também é parte importante do processo, permitindo que estratégias sejam incorporadas às situações do cotidiano.

Fonoaudiologia e Autismo

Comunicação de acordo com as necessidades de cada criança

Crianças dentro do Transtorno do Espectro Autista podem apresentar diferentes perfis de comunicação. Algumas desenvolvem linguagem oral, mas possuem dificuldades em determinados aspectos da comunicação social. Outras podem utilizar poucas palavras ou precisar de formas alternativas de comunicação.

A avaliação fonoaudiológica busca compreender como a criança expressa necessidades, compreende outras pessoas, utiliza gestos, compartilha interesses e participa de interações. O foco não deve estar apenas na quantidade de palavras produzidas.

O acompanhamento é individualizado e pode trabalhar linguagem, comunicação funcional e habilidades necessárias para aumentar a participação da criança nas situações do cotidiano. Quando necessário, recursos de Comunicação Aumentativa e Alternativa podem fazer parte da estratégia terapêutica.

A atuação pode ser integrada com Neuropediatria, Psicologia, Terapia Ocupacional e outros profissionais. A participação da família é especialmente importante para que as habilidades desenvolvidas durante a terapia também possam ser utilizadas fora do consultório.

Imagem selecionada no Magnific: ver origem.

Agendamento

Agende sua consulta de Fonoaudiologia.

Escolha entre atendimento pelo WhatsApp ou agendamento direto pelo site.

Agendamento

Fale com a IRB Prime Care.

Agende sua consulta, exame ou avaliação pelo WhatsApp. Para resultados de exames, acesse a área do paciente.

Endereços

Rua Boa Vista, 99 – 6º andar
Rua 15 de Novembro, 212 – 6º andar
São Paulo, SP – 01013-915

Contato

sac@irbprimecare.com.br
+55 11 5555-1172

Compliance

compliance@irbprimecare.com.br