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Neuropediatria

Quando devo procurar um Neuropediatra?

Atrasos importantes para sentar, caminhar ou falar, dificuldades persistentes de aprendizagem e alterações de comportamento associadas a outras diferenças do desenvolvimento são alguns motivos para procurar avaliação.

Crianças com suspeita de autismo ou TDAH, crises convulsivas, dores de cabeça recorrentes, tiques ou alterações motoras também podem precisar de acompanhamento especializado.

Perda de habilidades que a criança já havia adquirido é outro sinal importante e deve ser avaliada, principalmente quando a mudança é progressiva ou vem acompanhada de outras manifestações.

Crises convulsivas prolongadas, perda súbita de força, alteração importante da consciência, dificuldade repentina para falar ou caminhar e outros sintomas neurológicos agudos precisam de atendimento de urgência e não devem aguardar uma consulta eletiva.

Acompanhar o desenvolvimento é cuidar das possibilidades de cada criança.

Na IRB Prime Care, você encontra atendimento em Neuropediatria para avaliação, investigação e acompanhamento da saúde neurológica e do desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Cuidado com o desenvolvimento e a saúde neurológica da criança

A Neuropediatria é a área da Neurologia dedicada ao acompanhamento de bebês, crianças e adolescentes com alterações relacionadas ao desenvolvimento, comportamento e funcionamento do sistema nervoso. O neuropediatra avalia desde questões que surgem nos primeiros anos de vida até condições que podem se manifestar durante a infância e a adolescência.

Atrasos para sentar, andar ou falar, dificuldades de aprendizagem, alterações de comportamento, crises convulsivas, dores de cabeça recorrentes e mudanças no desenvolvimento estão entre as situações que podem levar uma criança ao neuropediatra.

Nem toda diferença no desenvolvimento significa necessariamente a presença de uma doença. Cada criança possui seu próprio ritmo, mas existem habilidades esperadas para determinadas fases da vida. Quando há atrasos importantes, perda de habilidades já adquiridas ou dificuldades que interferem significativamente na rotina, uma avaliação especializada ajuda a compreender o que está acontecendo.

Na IRB Prime Care, a consulta em Neuropediatria considera o desenvolvimento global da criança, seu histórico desde a gestação e nascimento, comportamento, aprendizagem, informações da família e da escola e, quando necessário, avaliações de outros profissionais.

Consulta Em Neuropediatria

Uma avaliação que considera toda a história da criança

A consulta neuropediátrica começa com uma conversa detalhada com os responsáveis. O médico procura compreender o motivo da avaliação, quando surgiram as primeiras preocupações e como a criança se desenvolveu desde os primeiros meses de vida.

Informações sobre gestação, parto, nascimento, desenvolvimento motor, primeiras palavras, comportamento, alimentação, sono e histórico de doenças são importantes. O neuropediatra também avalia se existem condições neurológicas ou do neurodesenvolvimento na família.

No caso de crianças em idade escolar, informações sobre aprendizagem, concentração, interação com outras crianças e comportamento em sala de aula podem contribuir para a investigação. Relatórios de professores, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e outros profissionais também podem ser analisados quando disponíveis.

Durante a consulta, o médico realiza exame neurológico e observa aspectos do desenvolvimento adequados à idade. Dependendo da situação, exames ou avaliações complementares podem ser indicados para esclarecer o diagnóstico e orientar o acompanhamento.

Desenvolvimento Infantil

A importância de acompanhar cada etapa

O desenvolvimento infantil envolve diferentes áreas que evoluem simultaneamente. Habilidades motoras, comunicação, linguagem, interação social, capacidade de resolver problemas e autonomia se desenvolvem progressivamente desde os primeiros meses de vida.

Existem marcos esperados para determinadas fases, como sustentar a cabeça, sentar, caminhar, falar palavras e formar frases. Entretanto, existe uma faixa de variação considerada normal e uma habilidade isolada não deve ser analisada fora do contexto geral da criança.

Quando existe atraso importante em uma ou mais áreas, o neuropediatra avalia se há fatores que possam explicar essa diferença. Prematuridade, alterações auditivas ou visuais, doenças neurológicas, condições genéticas e transtornos do neurodesenvolvimento estão entre as possibilidades que podem ser investigadas.

Identificar precocemente uma necessidade permite iniciar intervenções específicas no período em que o cérebro infantil possui grande capacidade de adaptação e aprendizagem. O acompanhamento pode envolver diferentes profissionais de acordo com as habilidades que precisam ser estimuladas.

Atraso Do Desenvolvimento Neuropsicomotor

Quando algumas habilidades demoram mais para aparecer

O atraso do desenvolvimento neuropsicomotor acontece quando uma criança apresenta aquisição mais lenta do que o esperado de habilidades relacionadas ao movimento, linguagem, interação, cognição ou outras áreas do desenvolvimento.

Algumas crianças apresentam atraso principalmente na fala, enquanto outras podem demorar mais para sentar, engatinhar ou caminhar. Em determinados casos, várias áreas podem estar comprometidas simultaneamente.

A avaliação busca compreender quais habilidades estão atrasadas, a intensidade da diferença e se existe uma causa identificável. Histórico gestacional e do nascimento, exame neurológico e informações sobre o desenvolvimento são fundamentais nessa investigação.

Dependendo do quadro, podem ser indicadas avaliações auditivas, exames laboratoriais, exames de imagem, testes genéticos ou outras investigações. O tratamento é direcionado às necessidades da criança e pode envolver fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e outros cuidados.

Transtorno Do Espectro Autista – Tea

Avaliação do desenvolvimento da comunicação e da interação

O Transtorno do Espectro Autista é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por diferenças na comunicação e interação social associadas a padrões repetitivos de comportamento, interesses ou atividades.

Os sinais podem variar bastante. Algumas crianças apresentam atraso de fala, pouco contato visual, dificuldade para compartilhar interesses ou responder ao nome. Outras falam normalmente, mas apresentam dificuldades mais sutis para compreender regras sociais, manter conversas ou lidar com mudanças na rotina.

Comportamentos repetitivos, interesses muito intensos por determinados assuntos e maior ou menor sensibilidade a sons, texturas, cheiros e outros estímulos também podem aparecer. A presença e intensidade dessas características são diferentes em cada criança.

O diagnóstico é clínico e considera desenvolvimento, comportamento e informações fornecidas pela família e outros ambientes. Quando o TEA é identificado, o acompanhamento é planejado de acordo com as necessidades individuais, podendo envolver fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional, apoio escolar e outras áreas.

Tdah Na Infância

Quando desatenção e hiperatividade começam a ser prejudiciais.

O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, conhecido como TDAH, é uma condição do neurodesenvolvimento que pode provocar sintomas persistentes de desatenção, hiperatividade e impulsividade.

Crianças com TDAH podem apresentar dificuldade para manter o foco em tarefas, esquecer materiais, perder objetos, interromper conversas, agir antes de pensar ou ter dificuldade para permanecer sentadas quando a situação exige. Entretanto, esses comportamentos também podem ocorrer em crianças sem o transtorno.

Para o diagnóstico, os sintomas precisam ser persistentes, inadequados para a fase de desenvolvimento e provocar prejuízo em mais de um contexto, como casa e escola. Ansiedade, dificuldades de aprendizagem, problemas de sono e outras condições podem produzir manifestações semelhantes.

O tratamento é individualizado e pode envolver orientação familiar e escolar, estratégias comportamentais, psicoterapia e medicamentos em situações indicadas. O objetivo é reduzir os prejuízos e favorecer o desenvolvimento acadêmico, social e emocional da criança.

Dificuldades De Aprendizagem

Quando aprender exige mais esforço do que o esperado

Dificuldades escolares podem acontecer por diferentes motivos e não significam automaticamente que a criança possua uma doença neurológica. Atenção, linguagem, visão, audição, emoções, método de ensino e diferentes aspectos do desenvolvimento podem interferir na aprendizagem.

Algumas crianças apresentam dificuldades específicas e persistentes na leitura, escrita ou matemática, mesmo recebendo oportunidades adequadas de aprendizagem. Nesses casos, transtornos específicos de aprendizagem podem ser investigados.

O neuropediatra avalia o desenvolvimento global e procura identificar condições neurológicas ou do neurodesenvolvimento que possam estar relacionadas ao desempenho escolar. Informações fornecidas pela escola e avaliações neuropsicológicas ou pedagógicas podem complementar essa análise.

O tratamento depende da origem da dificuldade. Fonoaudiologia, psicopedagogia, psicologia, terapia ocupacional e adaptações escolares podem fazer parte do cuidado, com objetivos definidos de acordo com o perfil da criança.

Dislexia

Uma dificuldade específica relacionada à leitura

A dislexia é um transtorno específico de aprendizagem que afeta principalmente habilidades relacionadas ao reconhecimento preciso e fluente das palavras, leitura e ortografia.

A criança pode apresentar dificuldade para associar letras e sons, ler de maneira lenta, cometer trocas frequentes e ter dificuldade para compreender um texto porque utiliza grande esforço apenas para decodificar as palavras.

A dislexia não está relacionada à falta de inteligência ou interesse. Muitas crianças possuem bom desempenho em outras áreas, mas apresentam uma dificuldade específica e persistente na aquisição da leitura e escrita.

O diagnóstico envolve uma avaliação multidisciplinar e precisa considerar o histórico escolar, linguagem, funções cognitivas e oportunidades de aprendizagem. O acompanhamento adequado ajuda a desenvolver estratégias e habilidades para reduzir o impacto da dificuldade na vida acadêmica.

Atraso De Fala E Linguagem

Quando procurar avaliação neurológica?

O desenvolvimento da linguagem começa antes das primeiras palavras e envolve compreensão, gestos, intenção de comunicação e interação. Existe uma evolução esperada ao longo dos primeiros anos, embora o ritmo possa variar entre as crianças.

Quando a criança fala muito pouco para a idade, não forma frases, apresenta dificuldade importante para compreender ou perde palavras que já utilizava, uma investigação pode ser necessária.

A avaliação não é exclusivamente neurológica. Audição, desenvolvimento global e aspectos específicos da linguagem precisam ser analisados, e a Fonoaudiologia possui papel fundamental nesse processo.

O neuropediatra ajuda principalmente quando o atraso de linguagem está associado a outras alterações do desenvolvimento, comportamento, interação social ou sinais neurológicos. A partir da avaliação, pode ser indicado acompanhamento multidisciplinar.

Epilepsia E Crises Convulsivas Na Infância

Quando alterações elétricas do cérebro provocam crises

A epilepsia é uma condição caracterizada pela predisposição a apresentar crises epilépticas recorrentes. Essas crises acontecem devido a alterações temporárias na atividade elétrica cerebral e podem assumir diferentes formas.

Nem toda crise envolve movimentos intensos do corpo. Algumas crianças podem apresentar olhar fixo por alguns segundos, movimentos repetitivos, perda temporária da consciência ou alterações breves do comportamento.

A descrição do episódio é muito importante. Quando possível e seguro, vídeos realizados pelos responsáveis podem ajudar o médico a compreender como a crise aconteceu.

O neuropediatra pode solicitar eletroencefalograma e exames de imagem de acordo com as características do caso. Quando existe diagnóstico de epilepsia, medicamentos podem ser utilizados para controlar as crises, com acompanhamento periódico da resposta e do desenvolvimento da criança.

Convulsão Febril

Crises associadas à febre em crianças pequenas

A convulsão febril pode acontecer em algumas crianças pequenas durante episódios de febre. Geralmente ocorre entre aproximadamente seis meses e cinco anos de idade e costuma assustar bastante os responsáveis.

Durante a crise, a criança pode perder a consciência, apresentar rigidez ou movimentos involuntários. Na maioria dos casos classificados como simples, a crise dura pouco tempo e a criança se recupera progressivamente.

Ter uma convulsão febril não significa necessariamente que a criança possui epilepsia. Entretanto, idade, duração, características da crise e histórico individual precisam ser considerados.

A primeira crise convulsiva sempre merece avaliação médica para confirmar se realmente se trata de uma convulsão febril e excluir outras causas. Crises prolongadas, repetidas em curto intervalo ou acompanhadas de outros sinais importantes exigem atendimento imediato.

Dor De Cabeça E Enxaqueca Na Infância

Crianças também podem apresentar cefaleias

Dores de cabeça não são exclusivas dos adultos. Crianças e adolescentes também podem apresentar enxaqueca e outros tipos de cefaleia, e os sintomas podem se manifestar de forma um pouco diferente dependendo da idade.

Na enxaqueca infantil, a dor pode ser acompanhada de náuseas, vômitos, sensibilidade à luz e aos sons. Algumas crianças preferem interromper as atividades e dormir durante a crise.

O neuropediatra avalia frequência, duração, características da dor e possíveis fatores desencadeantes, além de observar sinais que indiquem necessidade de uma investigação adicional.

Quando as crises são frequentes ou interferem na escola e na rotina, podem ser utilizadas estratégias para prevenção e tratamento. Sono regular, hidratação, alimentação adequada e identificação de possíveis gatilhos também são importantes.

Tics

Movimentos ou sons involuntários e repetitivos.

Os tiques são movimentos ou vocalizações rápidas, repetitivas e involuntárias. Piscar excessivamente, movimentar a face, balançar a cabeça, pigarrear ou emitir sons são exemplos possíveis.

Eles são relativamente comuns na infância e podem variar em intensidade ao longo do tempo. Algumas crianças conseguem suprimi-los por períodos curtos, mas isso pode gerar desconforto ou aumento da necessidade de realizar o movimento posteriormente.

Estresse, ansiedade e cansaço podem aumentar os tiques em algumas situações. Nem toda criança com tiques possui síndrome de Tourette, e muitos quadros são transitórios.

O tratamento depende da frequência e do impacto na vida da criança. Quando os tiques não provocam sofrimento ou prejuízo importante, pode ser suficiente acompanhar. Em casos mais intensos, terapia comportamental e medicamentos podem ser considerados.

Síndrome De Tourette

Quando tiques motores e vocais persistem

A síndrome de Tourette é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada pela presença de múltiplos tiques motores e pelo menos um tique vocal ao longo da evolução.

Os sintomas geralmente começam na infância e podem mudar com o tempo. Um determinado tique pode diminuir enquanto outro aparece, e períodos de maior ou menor intensidade são comuns.

TDAH, ansiedade e sintomas obsessivo-compulsivos podem estar presentes em algumas crianças, e às vezes causam mais impacto na rotina do que os próprios tiques.

O acompanhamento considera quais sintomas realmente precisam ser tratados. Terapias comportamentais e medicamentos podem ser utilizados em determinadas situações, sempre avaliando o equilíbrio entre benefícios e possíveis efeitos adversos.

Alterações Do Sono

Quando o sono interfere no comportamento e desenvolvimento

O sono adequado é importante para memória, aprendizagem, comportamento, crescimento e desenvolvimento infantil. Alterações persistentes podem provocar repercussões durante o dia.

Dificuldade para iniciar o sono, despertares frequentes, sonolência excessiva, movimentação intensa durante a noite e outros comportamentos podem levar a uma avaliação.

Em crianças, privação de sono nem sempre se manifesta apenas como cansaço. Irritabilidade, agitação, dificuldade de concentração e piora do desempenho escolar também podem aparecer.

O neuropediatra avalia rotina e padrão de sono e procura identificar condições neurológicas ou comportamentais relacionadas. Quando existe suspeita de distúrbio respiratório do sono, outras especialidades e exames específicos também podem ser necessários.

Deficiência Intelectual

Avaliação do desenvolvimento cognitivo e da autonomia

A deficiência intelectual é caracterizada por limitações no funcionamento intelectual associadas a dificuldades nas habilidades necessárias para a vida cotidiana, chamadas de funcionamento adaptativo.

Essas dificuldades podem envolver comunicação, aprendizagem, autonomia, organização da rotina, relações sociais e realização de atividades adequadas à idade.

O diagnóstico não deve ser realizado apenas com base em notas escolares ou em um teste isolado. É necessário avaliar o desenvolvimento global, habilidades cognitivas e funcionamento no cotidiano.

A investigação também pode buscar possíveis causas. O acompanhamento procura favorecer o desenvolvimento máximo das habilidades da criança e oferecer suporte à família e à escola de acordo com suas necessidades.

Paralisia Cerebral

Uma condição que afeta movimento e postura

A paralisia cerebral é um grupo de alterações permanentes do movimento e da postura relacionadas a uma lesão ou alteração ocorrida no cérebro em desenvolvimento.

A apresentação varia bastante. Algumas crianças possuem alterações leves de coordenação, enquanto outras apresentam maior comprometimento motor e precisam de apoio para realizar atividades do cotidiano.

Além do movimento, algumas crianças podem apresentar epilepsia, alterações da fala, visão, alimentação ou aprendizagem. Por isso, o acompanhamento geralmente envolve diferentes profissionais.

Fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, ortopedia e outras especialidades podem participar do cuidado. O objetivo é favorecer mobilidade, comunicação, autonomia e qualidade de vida, além de prevenir complicações secundárias.

Hipotonia

Quando o bebê ou a criança apresenta menor tônus muscular

Hipotonia é o termo utilizado quando existe redução do tônus muscular, fazendo com que o bebê ou a criança pareça mais “molinho” ou apresente menor resistência aos movimentos.

Ela não representa um diagnóstico específico. Diferentes condições do sistema nervoso central, nervos, músculos e síndromes genéticas podem provocar hipotonia.

O neuropediatra avalia desenvolvimento motor, força, reflexos e outras características para tentar determinar a origem do achado. Dependendo do quadro, exames complementares podem ser necessários.

O acompanhamento e a intervenção precoce são importantes principalmente quando a hipotonia interfere na aquisição de habilidades como sustentar a cabeça, sentar, ficar em pé ou caminhar.

Perda De Habilidades Já Adquiridas

Um sinal que merece atenção.

O desenvolvimento infantil normalmente acontece com aquisição progressiva de novas habilidades. Por isso, quando uma criança deixa de realizar algo que já fazia de maneira consistente, essa mudança precisa ser valorizada.

Perder palavras, deixar de caminhar, apresentar redução importante da interação ou perder outras capacidades previamente adquiridas não deve ser interpretado apenas como uma fase do desenvolvimento.

Existem diferentes causas possíveis, e a avaliação considera quais habilidades foram perdidas, velocidade da mudança e presença de outros sintomas.

A regressão do desenvolvimento é um sinal que merece avaliação neuropediátrica, pois pode exigir investigação específica e intervenção precoce.

Acompanhamento Multidisciplinar

Quando diferentes profissionais fazem parte do cuidado

Muitas condições acompanhadas pela Neuropediatria envolvem diferentes áreas do desenvolvimento. Por isso, o cuidado não termina necessariamente na consulta médica.

Fonoaudiologia pode atuar na comunicação e linguagem; fisioterapia, no desenvolvimento motor; terapia ocupacional, em habilidades funcionais e sensoriais; Psicologia, em aspectos emocionais e comportamentais; e outras áreas podem ser incluídas conforme a necessidade.

O neuropediatra ajuda a integrar essas informações, acompanhar o desenvolvimento global e avaliar se existem questões médicas que precisam ser tratadas simultaneamente.

O objetivo é construir um cuidado coerente com as necessidades da criança, evitando intervenções padronizadas e priorizando os aspectos que realmente interferem em seu desenvolvimento e participação na rotina.

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