QUANDO PROCURAR UM CARDIOLOGISTA?
A avaliação cardiológica pode ser procurada diante de sintomas como dor no peito, palpitações, falta de ar, tontura, desmaios ou cansaço fora do habitual. Sintomas intensos ou de início súbito podem exigir atendimento de urgência, e não devem aguardar uma consulta eletiva.
Pessoas com hipertensão, diabetes, colesterol elevado, obesidade ou outros fatores de risco também podem precisar de acompanhamento mesmo quando não apresentam sintomas. Cuidar do coração não significa apenas tratar uma doença depois que ela aparece. A avaliação dos fatores de risco e o acompanhamento adequado também fazem parte da prevenção cardiovascular.
Na IRB Prime Care, você encontra atendimento em Cardiologia para prevenção, investigação e acompanhamento da sua saúde cardiovascular.
A Cardiologia é a especialidade responsável pela prevenção, diagnóstico e acompanhamento das doenças que afetam o coração e o sistema circulatório. O cardiologista pode ser procurado tanto por pessoas que apresentam sintomas quanto por quem deseja avaliar sua saúde cardiovascular e prevenir problemas futuros.
Dor ou desconforto no peito, palpitações, falta de ar, tontura, desmaios, cansaço aos esforços e inchaço nas pernas são alguns dos sintomas que podem levar a uma avaliação cardiológica. Além disso, condições como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, obesidade e tabagismo aumentam o risco cardiovascular e merecem acompanhamento adequado.
A consulta também é importante para pessoas que possuem histórico familiar de infarto, acidente vascular cerebral ou outras doenças cardiovasculares, principalmente quando esses problemas ocorreram precocemente na família.
Na IRB Prime Care, a avaliação cardiológica considera sintomas, histórico de saúde, fatores de risco, exame físico e, quando necessário, exames complementares para compreender como está a saúde do coração e definir o acompanhamento mais adequado.
Sobre a consulta:
A consulta cardiológica começa com uma avaliação detalhada do histórico do paciente. O médico investiga sintomas atuais, doenças anteriores, medicamentos utilizados, histórico familiar e hábitos que podem interferir na saúde cardiovascular, como alimentação, atividade física, tabagismo, consumo de álcool e qualidade do sono.
Durante o exame físico, são avaliados aspectos como pressão arterial, frequência e ritmo dos batimentos cardíacos, ausculta do coração e dos pulmões e presença de sinais que possam estar relacionados a alterações circulatórias.
Dependendo da idade, dos sintomas e dos fatores de risco, o cardiologista pode solicitar exames como eletrocardiograma, MAPA, Holter, ecocardiograma, teste ergométrico e exames laboratoriais. Nem todos os pacientes precisam realizar os mesmos exames: a investigação é definida individualmente.
Com essas informações, o cardiologista consegue avaliar o risco cardiovascular, investigar possíveis doenças e estabelecer estratégias de prevenção, tratamento ou acompanhamento.
A hipertensão arterial, conhecida como pressão alta, acontece quando a pressão exercida pelo sangue sobre as paredes das artérias permanece elevada. É uma condição bastante comum e que merece acompanhamento porque, muitas vezes, pode evoluir durante anos sem provocar sintomas perceptíveis.
Quando aparecem, alguns pacientes podem apresentar dor de cabeça, tontura, palpitações ou mal-estar, mas a ausência desses sinais não significa que a pressão esteja normal. Sem controle adequado, a hipertensão pode aumentar o risco de problemas cardiovasculares e também comprometer órgãos como rins e cérebro ao longo do tempo.
Durante a avaliação cardiológica, o médico analisa as medidas da pressão arterial, histórico pessoal e familiar, medicamentos utilizados e fatores de risco como diabetes, colesterol elevado, tabagismo, sedentarismo e excesso de peso. Dependendo do caso, exames complementares podem ser solicitados para avaliar possíveis repercussões da hipertensão.
O tratamento é definido individualmente e pode envolver mudanças na alimentação, prática de atividade física, controle do peso e uso de medicamentos. Mesmo quando a pressão está controlada, o acompanhamento periódico continua sendo importante para avaliar a resposta ao tratamento e reduzir o risco de complicações.
As arritmias são alterações na frequência ou no ritmo dos batimentos cardíacos. O coração pode bater mais rápido, mais devagar ou de maneira irregular, e existem diferentes tipos de arritmia, desde alterações sem maior repercussão até condições que exigem acompanhamento específico.
Palpitações, sensação de coração acelerado ou “falhando”, tontura, fraqueza, falta de ar, desconforto no peito e episódios de desmaio podem ocorrer. Entretanto, algumas arritmias não provocam sintomas e são identificadas durante um eletrocardiograma ou outro exame cardiológico.
Para investigar o quadro, o cardiologista avalia como e quando os sintomas aparecem, sua duração, medicamentos utilizados, histórico familiar e presença de outras doenças cardíacas. Eletrocardiograma, Holter e outros exames podem ser utilizados para registrar o ritmo do coração e identificar a alteração.
O tratamento depende do tipo de arritmia, frequência dos episódios, sintomas e riscos envolvidos. Algumas situações precisam apenas de acompanhamento, enquanto outras podem exigir medicamentos ou avaliação para procedimentos específicos.
O colesterol é uma substância necessária para o funcionamento do organismo, mas níveis elevados de determinadas frações, especialmente do LDL (colesterol ruim), podem favorecer o acúmulo de placas de gordura nas paredes das artérias. Esse processo pode ocorrer silenciosamente durante anos.
O colesterol alto normalmente não provoca sintomas. Por isso, sua avaliação é realizada principalmente por exames de sangue e deve ser interpretada em conjunto com outros fatores, como idade, pressão arterial, diabetes, tabagismo, histórico familiar e presença de doenças cardiovasculares.
O cardiologista utiliza essas informações para avaliar o risco cardiovascular global do paciente. Uma pessoa com colesterol discretamente elevado, mas vários outros fatores de risco, pode precisar de uma abordagem diferente de alguém sem doenças associadas.
O tratamento pode envolver mudanças na alimentação, prática de atividade física, controle do peso e redução de outros fatores de risco. Em determinados casos, medicamentos para controle do colesterol são indicados para diminuir a probabilidade de eventos cardiovasculares.
A doença arterial coronariana ocorre quando as artérias responsáveis por levar sangue ao músculo do coração apresentam estreitamentos, geralmente relacionados ao acúmulo de placas de gordura. Com isso, o coração pode receber menos sangue e oxigênio, principalmente durante situações de maior esforço.
Um dos sintomas mais conhecidos é dor ou pressão no peito, que pode aparecer durante atividade física e melhorar com repouso. Algumas pessoas também apresentam falta de ar, cansaço, desconforto nos braços, costas, pescoço ou mandíbula. Entretanto, os sintomas podem variar entre os pacientes.
A investigação considera sintomas, fatores de risco e histórico clínico. Dependendo do caso, podem ser solicitados eletrocardiograma, teste ergométrico, exames de imagem ou outras avaliações para investigar a circulação das artérias coronárias e o funcionamento do coração.
O tratamento depende da extensão da doença e do risco de cada paciente. Controle da pressão, diabetes e colesterol, mudanças de hábitos e medicamentos podem fazer parte do cuidado. Em situações específicas, procedimentos para restabelecer o fluxo sanguíneo podem ser necessários.
A insuficiência cardíaca acontece quando o coração apresenta dificuldade para bombear o sangue de maneira adequada às necessidades do organismo ou precisa trabalhar sob condições anormais para conseguir fazê-lo. Ela pode surgir como consequência de diferentes doenças cardiovasculares.
Falta de ar durante atividades que antes eram realizadas normalmente, cansaço excessivo, inchaço nas pernas e tornozelos e dificuldade para respirar ao se deitar estão entre os sintomas que podem aparecer. A intensidade varia conforme o estágio e as características da doença.
Para realizar o diagnóstico, o cardiologista reúne as informações da consulta e pode solicitar exames laboratoriais. Também é importante identificar a causa da insuficiência cardíaca e condições que possam estar contribuindo para a evolução do quadro.
O tratamento busca melhorar os sintomas, reduzir o risco de piora e preservar a qualidade de vida. Medicamentos, controle do consumo de sal e líquidos em situações indicadas, atividade física orientada e acompanhamento regular podem fazer parte do cuidado.
O check-up cardiológico é uma avaliação voltada à prevenção e à identificação de fatores que possam aumentar o risco de doenças cardiovasculares. Ele pode ser realizado mesmo quando não existem sintomas, principalmente em pessoas com fatores de risco ou histórico familiar importante.
Durante a consulta, o cardiologista avalia pressão arterial, peso, hábitos de vida, histórico pessoal e familiar e presença de condições como diabetes, colesterol elevado e obesidade. A idade e o nível habitual de atividade física também são considerados.
Os exames são escolhidos de acordo com as características de cada pessoa. Exames laboratoriais, eletrocardiograma e outros testes podem ser indicados quando existe uma justificativa clínica. Fazer um check-up não significa necessariamente realizar todos os exames cardiológicos disponíveis.
A proposta é identificar fatores de risco modificáveis, reconhecer alterações que necessitem de acompanhamento e orientar medidas de prevenção adequadas ao perfil do paciente.
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