Quando procurar um Cirurgião Vascular?
Varizes acompanhadas de dor, sensação de peso, inchaço frequente nas pernas, alterações de cor da pele e feridas que demoram para cicatrizar são alguns dos motivos para procurar avaliação vascular.
Dor nas pernas durante a caminhada, pés persistentemente frios, redução de pulsos e feridas nos pés também podem indicar alterações da circulação arterial, principalmente em pessoas com diabetes, histórico de tabagismo ou outros fatores de risco cardiovascular.
Pacientes com histórico de trombose ou doenças vasculares também podem precisar de acompanhamento periódico, de acordo com a condição diagnosticada.
Inchaço súbito de uma perna, principalmente quando acompanhado de dor, ou falta de ar e dor no peito de início repentino precisam de avaliação de urgência devido à possibilidade de trombose ou embolia pulmonar.
Na IRB Prime Care, você encontra atendimento em Cirurgia Vascular para prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças das veias, artérias e circulação.
A consulta começa com uma avaliação dos sintomas apresentados pelo paciente. Dor, inchaço, sensação de peso, cansaço nas pernas, aparecimento de varizes, alterações de temperatura, mudanças na cor da pele e presença de feridas são algumas das informações investigadas.
O médico também avalia fatores que podem aumentar o risco de doenças vasculares, como tabagismo, diabetes, hipertensão, colesterol elevado, obesidade, histórico de trombose, cirurgias anteriores e casos de doenças vasculares na família.
Durante o exame físico, o cirurgião vascular pode avaliar pulsos, temperatura e coloração da pele, presença de edema, varizes, alterações tróficas e outras características relacionadas à circulação.
Quando necessário, exames como o ultrassom Doppler vascular podem complementar a avaliação. A partir do diagnóstico, o tratamento pode envolver mudanças de hábitos, medicamentos, meias de compressão ou procedimentos específicos.
As varizes são veias dilatadas e tortuosas que aparecem principalmente nas pernas. Elas surgem quando as válvulas responsáveis por ajudar o sangue a retornar em direção ao coração não funcionam adequadamente, favorecendo o acúmulo de sangue dentro das veias.
Além da alteração visual, as varizes podem provocar sensação de peso, cansaço, dor, queimação e inchaço, principalmente ao final do dia ou depois de permanecer muito tempo em pé. Algumas pessoas também apresentam coceira e câimbras.
Com a progressão da insuficiência venosa, podem surgir alterações na pele, como manchas escuras, inflamação e, em situações mais avançadas, feridas próximas aos tornozelos.
O tratamento depende da extensão das varizes, dos sintomas e do funcionamento da circulação venosa. Mudanças de hábitos, meias de compressão e diferentes procedimentos podem ser utilizados de acordo com a avaliação do cirurgião vascular.
Os chamados vasinhos são pequenos vasos sanguíneos dilatados que ficam visíveis através da pele. Geralmente apresentam coloração avermelhada ou arroxeada e aparecem com frequência nas pernas.
Embora muitas pessoas procurem tratamento principalmente por uma questão estética, os vasinhos podem coexistir com varizes ou alterações da circulação venosa. Por isso, uma avaliação vascular pode ser importante antes de iniciar procedimentos.
O médico observa a distribuição dos vasos e verifica se existem sintomas como dor, inchaço, peso nas pernas ou varizes maiores. Em determinados pacientes, exames complementares podem ser solicitados para avaliar o funcionamento das veias.
Existem diferentes técnicas para tratamento dos vasinhos, e a indicação depende das características dos vasos e da pele do paciente. O objetivo é escolher uma abordagem segura e adequada para cada situação.
A insuficiência venosa crônica acontece quando as veias das pernas apresentam dificuldade para transportar o sangue de volta ao coração de maneira eficiente. Como consequência, aumenta a pressão dentro das veias e o sangue pode se acumular nos membros inferiores.
Sensação de peso, dor, cansaço, inchaço e aparecimento de varizes estão entre os sintomas iniciais. Com o passar do tempo, a pele pode apresentar alterações de coloração, ressecamento, inflamação e endurecimento.
Nos quadros mais avançados, podem surgir úlceras venosas, principalmente próximas aos tornozelos. Essas feridas podem apresentar cicatrização difícil quando o problema circulatório responsável não é adequadamente tratado.
O tratamento busca melhorar o retorno do sangue e controlar a progressão da doença. Atividade física, controle do peso, meias de compressão e procedimentos para tratar veias comprometidas podem fazer parte da estratégia.
O inchaço nas pernas acontece quando existe acúmulo de líquido nos tecidos. Pode afetar uma ou as duas pernas e possuir diferentes causas, incluindo problemas venosos e linfáticos.
Quando está relacionado à insuficiência venosa, o edema frequentemente aumenta ao longo do dia e pode melhorar após períodos de repouso com as pernas elevadas. Varizes, sensação de peso e mudanças na pele também podem estar presentes.
Entretanto, problemas cardíacos, renais, hepáticos, determinados medicamentos e outras condições também podem provocar inchaço. Por isso, não é adequado assumir que todo edema seja consequência de “má circulação”.
A avaliação médica procura identificar a origem do problema. Quando necessário, exames são solicitados e o tratamento é direcionado à causa, evitando o uso indiscriminado de diuréticos ou outras medidas sem orientação.
A trombose venosa profunda acontece quando um coágulo se forma dentro de uma veia profunda, geralmente nas pernas. É uma condição que merece atenção porque parte desse coágulo pode se desprender e alcançar os pulmões, provocando uma embolia pulmonar.
Inchaço que aparece principalmente em uma perna, dor, aumento da temperatura local e alteração da coloração podem ocorrer. Entretanto, algumas pessoas apresentam poucos sintomas, e apenas a avaliação clínica não é suficiente para confirmar ou excluir o diagnóstico.
Cirurgias recentes, longos períodos de imobilização, determinados tratamentos hormonais, câncer, gestação, histórico pessoal ou familiar de trombose e algumas condições clínicas podem aumentar o risco.
Quando existe suspeita de trombose, a avaliação deve ser realizada rapidamente. O ultrassom Doppler é frequentemente utilizado na investigação, e o tratamento costuma envolver medicamentos anticoagulantes quando o diagnóstico é confirmado e existe indicação.
A embolia pulmonar pode acontecer quando um coágulo, frequentemente originado em uma trombose das pernas, se desloca pela circulação e chega às artérias dos pulmões.
Falta de ar de início súbito, dor no peito, aceleração dos batimentos cardíacos, tontura ou desmaio podem ocorrer. A intensidade varia de acordo com o tamanho e a localização da obstrução.
Trata-se de uma condição potencialmente grave. Uma pessoa com suspeita de embolia pulmonar precisa procurar atendimento de urgência imediatamente, e não aguardar uma consulta vascular programada.
Depois do tratamento da fase aguda, o acompanhamento médico pode ser necessário para avaliar fatores relacionados à trombose, duração do uso de anticoagulantes e estratégias para reduzir o risco de novos episódios.
A tromboflebite superficial acontece quando existe inflamação e formação de um coágulo em uma veia localizada próxima à superfície da pele. Pode ocorrer em veias normais, mas também é encontrada em pessoas com varizes.
A região afetada pode ficar dolorida, avermelhada, endurecida e quente. Em alguns casos, é possível perceber um trajeto endurecido acompanhando a veia.
Embora seja diferente da trombose venosa profunda, determinadas situações podem apresentar maior risco de extensão do coágulo para veias profundas. Por isso, localização e extensão precisam ser avaliadas.
O tratamento depende das características do quadro e pode envolver medidas locais, medicamentos e acompanhamento. Em determinados casos, o ultrassom Doppler é utilizado para verificar a extensão da trombose.
O diabetes pode afetar tanto os nervos quanto a circulação dos membros inferiores. Como consequência, pequenas lesões nos pés podem passar despercebidas e apresentar maior dificuldade de cicatrização.
A redução da sensibilidade pode fazer com que cortes, bolhas ou ferimentos não provoquem dor suficiente para serem percebidos. Quando também existe comprometimento arterial, menos sangue e oxigênio chegam aos tecidos, dificultando ainda mais a recuperação.
O cirurgião vascular avalia a circulação das pernas e dos pés para identificar se existe redução do fluxo sanguíneo. Pulsos, temperatura, coloração e exames vasculares podem fazer parte da investigação.
Pessoas com diabetes devem observar regularmente os pés e procurar avaliação diante de feridas, alterações de cor ou sinais de infecção. O tratamento precoce é importante para reduzir o risco de complicações.
Feridas persistentes nas pernas podem estar relacionadas a diferentes problemas circulatórios. Úlceras venosas, arteriais e feridas associadas ao diabetes possuem causas diferentes e, consequentemente, não devem receber exatamente o mesmo tratamento.
As úlceras venosas aparecem frequentemente próximas aos tornozelos e podem estar acompanhadas de inchaço, varizes e escurecimento da pele. Já as úlceras arteriais estão relacionadas à redução da circulação e podem ser bastante dolorosas.
Durante a avaliação, é importante determinar se existe comprometimento venoso, arterial ou uma combinação dos dois. Essa diferenciação influencia diretamente a escolha dos curativos e de outras estratégias terapêuticas.
Além do cuidado local da ferida, é fundamental tratar a causa responsável. Sem controle do problema circulatório, a cicatrização pode ser mais difícil e existe maior risco de recorrência.
O linfedema acontece quando o sistema linfático apresenta dificuldade para transportar adequadamente a linfa, provocando aumento de volume principalmente nos braços ou pernas.
Pode existir desde o nascimento ou surgir depois de cirurgias, tratamentos oncológicos, infecções e outras situações que comprometem os vasos ou gânglios linfáticos.
O inchaço pode começar de maneira discreta e tornar-se progressivamente mais persistente. Sensação de peso, endurecimento da pele e maior dificuldade para movimentar o membro podem aparecer nos casos mais avançados.
O tratamento busca controlar o edema e evitar complicações. Terapia compressiva, cuidados com a pele, exercícios e técnicas específicas podem fazer parte do acompanhamento de acordo com a necessidade do paciente.
O ultrassom Doppler vascular é um exame não invasivo utilizado para avaliar estruturas dos vasos e o comportamento do fluxo sanguíneo.
Na avaliação das veias, pode ajudar na investigação de trombose e insuficiência venosa e no planejamento do tratamento de varizes. Na avaliação arterial, permite identificar alterações no fluxo relacionadas a estreitamentos ou obstruções.
O exame utiliza ondas de ultrassom e não envolve radiação. A região avaliada depende da suspeita clínica e do tipo de circulação que precisa ser investigada.
Os resultados são interpretados em conjunto com sintomas e exame físico. Nem todo paciente com varizes, dor ou inchaço necessita exatamente dos mesmos exames.
O tratamento das varizes mudou significativamente ao longo dos anos e atualmente existem diferentes técnicas disponíveis. A escolha depende do tamanho e localização das veias, presença de refluxo venoso, sintomas e características individuais.
Algumas veias podem ser tratadas com escleroterapia, enquanto outras podem exigir procedimentos térmicos, cirúrgicos ou diferentes técnicas. Um mesmo paciente também pode precisar de mais de uma abordagem.
Antes de escolher o procedimento, é importante avaliar o funcionamento do sistema venoso. Tratar apenas aquilo que está visível sem compreender a origem do problema pode não ser suficiente em determinados casos.
O cirurgião vascular define a estratégia buscando tratar as veias comprometidas e controlar os sintomas, considerando também o resultado funcional e a aparência das pernas.
A escleroterapia é um procedimento utilizado no tratamento de determinados vasos, principalmente telangiectasias e algumas veias de pequeno calibre.
Durante o procedimento, uma substância específica é aplicada dentro do vaso para provocar seu fechamento progressivo. Com o tempo, o organismo absorve essa estrutura e o vaso se torna menos visível.
A quantidade de sessões necessárias varia conforme extensão, quantidade e características dos vasos. Nem todo tipo de variz possui indicação para escleroterapia, por isso a avaliação anterior é importante.
Depois do procedimento, podem ser necessários cuidados específicos e o resultado acontece progressivamente. Novos vasinhos também podem surgir ao longo da vida, especialmente em pessoas com predisposição.
As meias de compressão exercem uma pressão controlada sobre as pernas e podem ajudar o retorno do sangue pelas veias em determinados pacientes.
Elas podem ser utilizadas em situações como insuficiência venosa, edema e durante determinadas fases do tratamento vascular. Entretanto, existem diferentes níveis de compressão e tamanhos, e a escolha precisa ser adequada.
Pessoas com comprometimento importante da circulação arterial, por exemplo, precisam de avaliação antes de utilizar determinadas compressões. Por isso, não é recomendado escolher uma meia apenas com base na sensação de inchaço.
Quando existe indicação, o médico orienta tipo de compressão, período de utilização e forma adequada de colocar a meia para que o tratamento seja seguro e eficiente.
O risco de trombose não é igual para todas as pessoas. Cirurgias, internações, imobilização prolongada, histórico anterior de trombose, câncer e determinadas condições individuais podem aumentar a possibilidade de formação de coágulos.
Em viagens prolongadas ou períodos em que a pessoa permanece muitas horas sentada, movimentar as pernas e levantar-se periodicamente pode ajudar a evitar longos períodos de imobilidade.
Para pessoas com risco elevado, medidas adicionais podem ser necessárias. Meias de compressão ou medicamentos anticoagulantes são utilizados apenas quando existe indicação médica.
A prevenção é individualizada. O cirurgião vascular pode avaliar os fatores de risco e orientar quais medidas realmente são necessárias em situações específicas.
Imagem selecionada no Magnific: ver origem.
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