Quando devo procurar um dermatologista?
Acne persistente, manchas que surgiram recentemente, coceira recorrente, descamações, queda de cabelo, alterações das unhas e lesões que não desaparecem são alguns motivos para procurar uma avaliação dermatológica.
Mudanças em pintas ou sinais também merecem atenção, principalmente quando existe crescimento, alteração de formato ou cor, sangramento ou uma lesão que se comporta de maneira diferente das demais.
Pessoas com histórico pessoal ou familiar de câncer de pele, muitas pintas ou exposição solar significativa podem conversar com o dermatologista sobre a necessidade e a frequência de avaliações preventivas.
Cuidar da pele não é apenas uma questão estética. Alterações da pele, dos cabelos e das unhas podem representar doenças locais ou, em algumas situações, fornecer sinais importantes sobre a saúde do organismo.
Na IRB Prime Care, você encontra atendimento em Dermatologia para prevenção, investigação, diagnóstico e acompanhamento de doenças da pele, cabelos e unhas.
A Dermatologia é a especialidade médica responsável pela prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças que afetam a pele, os cabelos, as unhas e as mucosas. Como a pele é o maior órgão do corpo e está constantemente exposta a fatores externos, diferentes alterações podem surgir ao longo da vida e merecem avaliação especializada.
Acne, manchas, queda de cabelo, dermatites, alergias, alterações nas unhas, coceiras persistentes e lesões na pele estão entre os principais motivos para procurar um dermatologista. A especialidade também possui papel importante na avaliação de pintas e outras lesões que podem estar relacionadas ao câncer de pele.
Algumas doenças dermatológicas são passageiras, enquanto outras apresentam comportamento crônico, com períodos de melhora e piora. Identificar corretamente a condição é importante porque alterações visualmente semelhantes podem possuir causas e tratamentos completamente diferentes.
A consulta dermatológica começa pela compreensão da principal queixa do paciente. O médico avalia quando a alteração surgiu, como evoluiu, presença de sintomas como coceira, dor ou descamação e possíveis fatores relacionados ao seu aparecimento ou piora.
Também são considerados histórico de alergias, doenças anteriores, medicamentos utilizados, produtos aplicados na pele, exposição solar e histórico familiar de determinadas doenças dermatológicas. Quando a queixa envolve cabelos ou unhas, hábitos e condições clínicas que possam interferir nessas estruturas também são investigados.
O exame dermatológico permite observar características como localização, formato, coloração, textura e distribuição das alterações. Em determinadas situações, podem ser utilizados recursos como dermatoscopia, exames laboratoriais, culturas, testes específicos ou biópsia de pele para complementar a investigação.
Depois do diagnóstico, o tratamento é definido individualmente. Medicamentos tópicos ou orais, mudanças nos cuidados diários, procedimentos dermatológicos e acompanhamento periódico podem ser indicados de acordo com cada condição.
A acne é uma condição inflamatória que afeta principalmente regiões com maior concentração de glândulas sebáceas, como rosto, costas, peito e ombros. Embora seja muito comum durante a adolescência, também pode persistir ou surgir na vida adulta.
Cravos, espinhas, lesões inflamadas e, nos quadros mais intensos, nódulos e cistos podem aparecer. Alterações hormonais, produção de oleosidade, predisposição genética e outros fatores participam do desenvolvimento da acne. Em algumas pessoas, determinadas situações também podem contribuir para períodos de piora.
Além das lesões ativas, a acne pode provocar manchas e cicatrizes permanentes. Por isso, principalmente nos quadros inflamatórios ou recorrentes, iniciar o tratamento adequado ajuda não apenas a controlar as lesões atuais, mas também a diminuir o risco de marcas posteriores.
O tratamento varia conforme tipo, intensidade e extensão da acne. Produtos de uso tópico, medicamentos orais e outros tratamentos podem ser indicados. Quando existem cicatrizes ou manchas residuais, procedimentos específicos podem ser avaliados depois do controle adequado da doença.
O melasma é uma condição caracterizada pelo aparecimento de manchas acastanhadas, principalmente no rosto. Testa, bochechas, região acima dos lábios e nariz estão entre as áreas que podem ser afetadas.
Exposição à radiação solar e à luz visível, predisposição genética e fatores hormonais podem contribuir para o desenvolvimento ou agravamento do melasma. Por isso, é comum que as manchas apresentem períodos de melhora e piora ao longo do tempo.
Antes de iniciar qualquer tratamento para manchas, é importante estabelecer o diagnóstico correto. Nem toda mancha escura na pele é melasma, e diferentes condições podem exigir abordagens específicas.
O tratamento pode envolver fotoproteção rigorosa, produtos clareadores e, em determinados casos, procedimentos dermatológicos. Como o melasma possui tendência à recorrência, estratégias de manutenção e proteção da pele são importantes mesmo depois da melhora das manchas.
Dermatite é um termo utilizado para diferentes condições inflamatórias da pele. Vermelhidão, coceira, descamação, ressecamento e pequenas lesões podem aparecer, mas a localização e as características variam de acordo com o tipo de dermatite.
A dermatite atópica está associada a alterações da barreira da pele e pode apresentar períodos de piora e melhora. Já a dermatite de contato pode surgir após exposição a determinadas substâncias irritantes ou capazes de desencadear uma reação alérgica.
Existe ainda a dermatite seborreica, que frequentemente provoca descamação e vermelhidão em áreas como couro cabeludo, sobrancelhas e laterais do nariz. Embora algumas dermatites apresentem aparência semelhante, suas causas e tratamentos podem ser diferentes.
O dermatologista avalia o padrão das lesões e possíveis fatores desencadeantes para definir o diagnóstico. Hidratação adequada, mudanças nos produtos utilizados e medicamentos tópicos ou sistêmicos podem fazer parte do tratamento, dependendo da condição e da intensidade dos sintomas.
É normal perder uma determinada quantidade de fios diariamente, mas aumento persistente da queda, redução do volume ou aparecimento de áreas sem cabelo merecem investigação. Existem diferentes tipos de queda capilar e cada um possui causas e tratamentos específicos.
Alterações hormonais, deficiências nutricionais, doenças da tireoide, estresse físico ou emocional intenso, determinados medicamentos, predisposição genética e doenças do próprio couro cabeludo podem estar envolvidos. A alopecia androgenética, por exemplo, está relacionada principalmente à predisposição genética e pode ocorrer tanto em homens quanto em mulheres.
Durante a consulta, o dermatologista avalia o padrão da queda, couro cabeludo, espessura dos fios e histórico do paciente. Dependendo da suspeita, exames laboratoriais ou outras avaliações podem ser solicitados para investigar possíveis fatores associados.
O tratamento depende do diagnóstico. Medicamentos tópicos ou orais e cuidados específicos podem ser utilizados em determinados casos. Quanto mais cedo algumas formas de alopecia são identificadas, maiores são as possibilidades de preservar os fios existentes e controlar sua progressão.
Alopecia é o termo utilizado para diferentes condições que provocam redução ou perda dos cabelos ou pelos. Algumas formas apresentam queda difusa, enquanto outras provocam áreas bem delimitadas sem fios ou um afinamento progressivo do cabelo.
Na alopecia androgenética, ocorre redução gradual da espessura dos fios e diminuição da densidade capilar. Já na alopecia areata, podem surgir áreas arredondadas de perda dos cabelos ou pelos, relacionadas a um processo autoimune.
Existem ainda alopecias cicatriciais, nas quais ocorre dano aos folículos pilosos. Esses quadros merecem atenção porque a perda dos fios pode se tornar permanente quando o processo não é identificado e controlado adequadamente.
A avaliação dermatológica permite diferenciar os tipos de alopecia e estabelecer a estratégia de tratamento. O acompanhamento da evolução também é importante, já que a resposta e o tempo necessário para perceber resultados variam conforme a causa.
A psoríase é uma doença inflamatória crônica que pode provocar placas avermelhadas e descamativas na pele. Cotovelos, joelhos, couro cabeludo e região lombar estão entre as áreas frequentemente afetadas, embora as lesões possam aparecer em diferentes partes do corpo.
A doença não é contagiosa. Ela está relacionada a alterações do sistema imunológico e à predisposição genética, e alguns fatores podem contribuir para períodos de piora. Unhas e articulações também podem ser comprometidas em determinados pacientes.
A intensidade da psoríase varia bastante. Algumas pessoas apresentam poucas lesões localizadas, enquanto outras possuem áreas extensas comprometidas ou sintomas que interferem significativamente na qualidade de vida.
Existem diferentes possibilidades de tratamento, incluindo medicamentos tópicos, fototerapia e tratamentos sistêmicos para quadros específicos. O dermatologista define a estratégia considerando extensão das lesões, regiões afetadas, sintomas e presença de outras condições associadas.
A rosácea é uma condição inflamatória crônica que afeta principalmente a região central do rosto. Vermelhidão persistente, vasos sanguíneos aparentes e episódios de piora da vermelhidão estão entre as manifestações possíveis.
Alguns pacientes também desenvolvem pequenas lesões semelhantes a espinhas, o que pode fazer com que a rosácea seja confundida com acne. Entretanto, são condições diferentes e precisam de tratamentos específicos.
Calor, exposição solar, bebidas alcoólicas, alimentos muito quentes ou picantes e situações de estresse podem intensificar os sintomas em algumas pessoas. Os gatilhos não são necessariamente iguais para todos os pacientes.
O tratamento busca controlar a inflamação e diminuir as crises. Proteção solar, cuidados adequados com a pele, medicamentos tópicos ou orais e determinados procedimentos podem ser utilizados conforme o tipo e a intensidade da rosácea.
As micoses são infecções provocadas por fungos e podem atingir diferentes regiões da pele, couro cabeludo e unhas. Calor, umidade e determinadas condições locais podem favorecer o desenvolvimento dessas infecções.
Na pele, podem surgir manchas, descamação, coceira e alterações nas bordas das lesões. Nas unhas, a infecção pode provocar mudanças de cor, espessamento, deformação ou fragilidade.
Nem toda alteração descamativa é micose e nem toda unha espessada possui infecção por fungos. Dermatites, psoríase, traumas e outras condições podem apresentar características semelhantes, por isso o diagnóstico adequado é importante antes de iniciar tratamentos prolongados.
Medicamentos antifúngicos tópicos ou orais podem ser utilizados dependendo da região e da extensão da infecção. O tempo de tratamento varia, especialmente nas micoses das unhas, pois é necessário aguardar o crescimento progressivo de uma nova unha saudável.
As verrugas são lesões provocadas por determinados tipos do papilomavírus humano, o HPV. Podem aparecer em diferentes partes do corpo e apresentar tamanhos e formatos variados.
Mãos, dedos, pés e região ao redor das unhas são locais frequentes. Algumas verrugas podem desaparecer espontaneamente, principalmente em crianças, enquanto outras persistem, aumentam de tamanho ou se multiplicam.
Como existem outras lesões de pele que podem ser confundidas com verrugas, a avaliação dermatológica ajuda a confirmar o diagnóstico. A localização, idade do paciente e quantidade de lesões também são consideradas na escolha do tratamento.
Existem diferentes métodos para tratamento, incluindo medicamentos aplicados sobre a lesão e procedimentos realizados no consultório. A escolha depende das características da verruga e da resposta a tratamentos anteriores.
Quando uma lesão na pele precisa ser avaliada?
Pintas, também chamadas de nevos, são muito comuns e a maioria é benigna. Elas podem estar presentes desde o nascimento ou surgir ao longo da vida e apresentam diferentes formatos, tamanhos e tonalidades.
Algumas mudanças merecem avaliação dermatológica. Alterações de tamanho, formato ou cor, bordas irregulares, presença de diferentes tonalidades na mesma lesão ou uma pinta que começa a apresentar comportamento diferente das demais podem justificar investigação.
Uma lesão que sangra repetidamente, forma feridas que não cicatrizam ou apresenta mudanças progressivas também deve ser examinada. A avaliação não depende apenas de uma característica isolada, mas do conjunto de informações e da evolução da lesão.
Quando necessário, o dermatologista pode utilizar a dermatoscopia para observar estruturas que não são visíveis a olho nu. Lesões suspeitas podem precisar ser removidas ou biopsiadas para análise.
O câncer de pele ocorre quando determinadas células da pele passam a crescer de maneira anormal. Existem diferentes tipos, sendo o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma alguns dos mais conhecidos.
Feridas que não cicatrizam, lesões que crescem progressivamente, sangramento sem motivo aparente e mudanças em pintas podem ser sinais de alerta. Entretanto, o câncer de pele pode apresentar diferentes aparências, e algumas lesões são discretas nas fases iniciais.
A exposição acumulada à radiação ultravioleta é um importante fator de risco. Pessoas de pele clara, com histórico de queimaduras solares, grande quantidade de pintas ou histórico pessoal ou familiar de determinados tipos de câncer de pele podem precisar de atenção especial.
Quando existe uma lesão suspeita, o dermatologista pode indicar sua retirada ou biópsia para análise. O tratamento depende do tipo, tamanho, localização e estágio da doença, e o diagnóstico precoce geralmente permite abordagens mais simples e melhores possibilidades de controle.
A proteção contra a radiação ultravioleta é uma das principais medidas para reduzir danos acumulados à pele. Ela não deve acontecer apenas durante viagens à praia ou nos dias de verão, já que a exposição ocorre também durante atividades comuns da rotina.
O uso adequado de protetor solar é uma das estratégias de fotoproteção. Quantidade aplicada, reaplicação e escolha do produto precisam considerar exposição e características individuais da pele.
Roupas, chapéus, óculos e busca por sombra também ajudam a diminuir a exposição direta. Evitar períodos de radiação mais intensa pode complementar esses cuidados, especialmente quando a pessoa permanece ao ar livre por períodos prolongados.
Além da proteção, observar a própria pele ajuda a perceber mudanças. Pessoas com fatores de risco podem precisar de avaliações dermatológicas periódicas em intervalos definidos individualmente pelo médico.
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